Por que o café gourmet virou tendência
Nos últimos anos, cresceu o número de pessoas dispostas a pagar um pouco mais por um café diferente do industrializado comum. Parte disso vem de uma curiosidade maior sobre a origem dos alimentos, e parte vem simplesmente de gente que provou um café bem feito e não quis voltar atrás. O resultado é um mercado com mais opções, mais torrefações pequenas e mais informação disponível para quem quer aprender sobre o assunto.
O que checar no rótulo
Antes de comprar, vale olhar além do nome bonito na embalagem. Data de torra é um dos dados mais importantes, já que café perde frescor com o tempo. Também vale checar se o rótulo informa a região de origem, o processo de secagem e, quando possível, a pontuação recebida em avaliações sensoriais. Embalagens sem nenhuma dessas informações costumam indicar um produto menos transparente sobre sua procedência.
Equipamentos básicos para começar
Não é preciso gastar muito para notar diferença em casa. Um moedor simples, uma balança de cozinha e um método de coador de papel já resolvem boa parte do trabalho. Moer o grão na hora do preparo, em vez de comprar já moído, costuma trazer o ganho mais perceptível de sabor. Depois disso, ajustar a proporção entre café e água é o próximo passo para melhorar o resultado.
Igarapé-Miri tem espaço para bons cafés
Com uma rotina que valoriza pequenas pausas no dia, Igarapé-Miri tem espaço de sobra para quem quer conhecer cafés diferentes do que se costuma tomar em casa. Cafeterias, torrefações e lojas especializadas fazem parte do dia a dia local, cada uma com seu próprio jeito de atender e de selecionar grãos. As empresas da cidade que trabalham com café gourmet estão reunidas na SpotWay, prontas para serem conferidas.











