Da massa árabe ao balcão da esquina
A esfiha percorreu um longo caminho até chegar ao cardápio brasileiro. O que começou como um pão recheado do Oriente Médio se transformou em um dos lanches mais populares do país. A esfiharia é a especialista nesse produto, e conhecer alguns detalhes ajuda a pedir melhor e a aproveitar mais.
Aberta, fechada e as variações doces
Na versão aberta, o recheio fica exposto e assa junto com a massa, o que intensifica o sabor da carne temperada. A fechada guarda o recheio por dentro e combina com queijos e verduras. Nos últimos anos, muitas casas passaram a oferecer também as doces, servidas ao fim da refeição. Cada estilo tem sua ocasião, e experimentar é o melhor caminho.
Sinais de qualidade na hora de escolher
Repare no tempero e na proporção. Recheio na medida certa não escorre nem seca. A massa deve ser macia, nunca dura nas bordas. Higiene do balcão, rotatividade dos produtos e forno em funcionamento constante dizem muito sobre a casa. Se dá para ver a cozinha preparando, melhor ainda.
Perguntas que sempre aparecem
Esfiha engorda? Como qualquer alimento, depende da quantidade e do recheio. As de verdura tendem a ser mais leves. Dá para congelar? Sim, muitas casas vendem cruas ou pré-assadas para você assar em casa. E o tamanho ideal? Para lanche, duas ou três pequenas costumam bastar




