Economia

Entenda as liquidações do Banco Master e da Reag

Cerca de 1,6 milhão de clientes foram afetados pelas irregularidades


Em 18/01/2026 14:30 por Wellton Máximo - Repórter da Agência Brasil
FOTO: © Rovena Rosa/Agência Brasil
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As liquidações do Banco Master, decretada pelo Banco Central (BC) em novembro de 2025, e da gestora de investimentos Reag, na quinta-feira (15) revelaram um dos episódios mais graves do sistema financeiro brasileiro. O caso envolve suspeitas de fraudes bilionárias, uso de fundos de investimento para ocultar prejuízos, tentativas de socorro via banco público e tensões entre o Supremo Tribunal Federal (STF) e o Tribunal de Contas da União (TCU) com o BC e a Polícia Federal (PF).

Controlado pelo banqueiro Daniel Vorcaro, o Master cresceu rapidamente ao oferecer Certificados de Depósitos Bancários (CDB) com rentabilidade muito acima da média do mercado. Para sustentar o modelo, segundo investigadores, o banco passou a assumir riscos excessivos e a estruturar operações que inflavam artificialmente seu balanço, enquanto a liquidez real (dinheiro imediatamente disponível para ressarcir os investidores) se deteriorava.

As investigações da PF e os relatórios do BC apontam que o colapso do Master não foi apenas financeiro, mas também institucional. A conexão com a gestora Reag Investimentos, a tentativa de venda ao Banco de Brasília (BRB) e a pressão sobre órgãos de controle transformaram o caso em um xadrez complexo, com impacto direto sobre investidores e sobre a credibilidade das instituições.

1.?Como funcionava o esquema financeiro

2.?Esquema de pirâmide

3.?Venda de carteira ao BRB

4.?Intervenção e liquidação

5.?Papel da Reag Investimentos

6.?Tensão entre órgãos públicos

7.?Impacto para os clientes

8.?Por que caso é histórico?

 

 

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